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Rita Carmo

Nuno Gonçalves (The Gift): “Não há uma Rosalía portuguesa. O fado tem estradas abertas lá fora, mas é igual ao que se fazia nos anos 60”

“Não estou a dizer que Amália Hoje seja um exemplo, mas acho que poderia haver maneiras mais contemporâneas de usar o fado [além da inclusão do] contrabaixo e umas fotografias mais arrojadas”, defende Nuno Gonçalves, dos Gift. Para ouvir no Posto Emissor

Falando sobre a internacionalização da música portuguesa, Nuno Gonçalves, dos Gift, defendeu que não há entre as fadistas uma "Rosalía portuguesa", que traga modernidade ao fado. "O fado tem estradas abertas lá para fora, mas depois o fado que se fazia nos anos 60 é muito igual ao fado que se faz hoje".

"Não estou a dizer que aquilo que fiz com Amália Hoje seja um exemplo, porque não foi, mas acho que poderia haver maneiras mais contemporâneas de usar o fado, hoje em dia, sem ser com o contrabaixo e umas fotografias mais arrojadas", diz ainda o músico.

Ouça a partir dos 51m 07s.

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