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Agir lamenta “a conversa de quem bebe umas minis, arrota e cospe para o chão”

“Nestas eleições presidenciais, investimos mais na importação do que na exportação. Importámos o que de pior existe lá fora”, considera Agir, comentando as presidenciais de domingo

Agir pronunciou-se sobre os resultados das eleições presidenciais de passado domingo num artigo de opinião que escreveu para o Sapo24 com o título: "Presidenciais: um novo e perigoso normal, ainda a tempo de ser contrariado".

Sem mencionar o nome do líder do Chega, André Ventura, que ficou em terceiro lugar na votação que reelegeu Marcelo Rebelo de Sousa, o músico analisa: "nestas eleições presidenciais, mostrámos que continuamos a investir mais na importação do que na exportação e que não somos assim tão criteriosos".

"Importámos o que de pior existe lá fora: o discurso, ou melhor, a conversa de café de quem bebe umas 'minis', arrota e cospe para o chão", acrescenta, "o insulto machista e gratuito que faz reparos constantes à imagem de adversários, onde quase se confunde o candidato com um 'polícia da moda'".

Agir considera que deve haver um esforço no sentido de compreender os 11,9% de votantes que apoiaram o líder do Chega, particularmente dos governantes "que se dizem democráticos, sejam eles de esquerda ou de direita. "Está na altura [de] saírem das suas bolhas e começarem a olhar e a atender às verdadeiras dificuldades dos portugueses antes que seja tarde demais".