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Uma parceria com o jornal EXPRESSO

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Neste concerto, a banda e o público estão em bolhas individuais. E há uma mensagem para a covid-19: “vai-te lixar”

“Não quero que as pessoas pensem que isto é uma festa. É um evento estranho, mas que a estranheza permita que assistamos a um concerto sem pôr a família e toda a gente em risco”. Palavras do vocalista dos Flaming Lips, banda que pôs em prática o mais exigente e ambicioso concerto em tempos de pandemia

Os Flaming Lips atuaram este fim de semana no seu estado-natal, Oklahoma.

O concerto teve a banda e o público envoltos em bolhas individuais, como forma de evitar o contágio da covid-19.

Estes espetáculos, intitulados "Space Bubble Concerts", deveriam ter-se realizado em dezembro, mas o número crescente de infetados naquele estado levou ao seu adiamento.

Ainda em dezembro, o vocalista Wayne Coyne explicou à revista Rolling Stone o procedimento: "juntamos toda a gente e levamo-los, fila a fila, para as suas bolhas. Demora 20 minutos".

"Uma vez na bolha, podem fazer o que quiserem. Não quero que as pessoas pensem que isto é uma festa. É um evento estranho, mas que a estranheza permita que assistamos a um concerto sem pôr a família e toda a gente em risco", afirmou.

Num destes concertos, Coyne teve ainda tempo para deixar uma mensagem à covid-19: "vai-te lixar". Veja: