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Vocalista dos Bad Wolves quebra silêncio. “Fui ameaçado, ridicularizado, chantageado, mas não serei silenciado”

Tommy Vext ‘abriu o livro’ sobre a sua saída dos Bad Wolves numa mensagem longuíssima onde aborda todas as polémicas que o colocaram foram da banda: covid, Trump, as grandes tecnológicas. E pede dinheiro aos fãs para se lançar a solo

Tommy Vext publicou uma longa mensagem nas redes sociais, na sequência da sua saída dos Bad Wolves.

No texto, que pode ser lido na íntegra aqui, Vext começa por agradecer aos fãs e à sua editora pelo reconhecimento que o grupo alcançou, antes de virar as suas atenções para o que mais marcou o mundo em 2020: a pandemia e os protestos raciais nos Estados Unidos.

"Durante a primeira quarentena, expus os meus receios em relação ao rumo que estávamos a seguir enquanto nação. Expus o meu desapontamento quando vi protestos transformados em motins. Critiquei os media, que ficaram quietos a apoiar esses comportamentos", escreveu.

"Perseguiram-me por isto. Por ser um afro-americano a dizer o que pensa. Fui ameaçado, ridicularizado, chantageado. Isto abriu-me os olhos, porque deixou de ser uma teoria da conspiração para passar a ser algo que me estava a acontecer".

"Isto é maior que eu. Foi por isso que apoiei o atual presidente dos Estados Unidos da América, porque acreditei que ele estava a lutar contra as mesmas gigantes tecnológicas, os mesmos media, os mesmos radicais que querem destruir a nossa liberdade de expressão. Não serei silenciado", acrescentou.

Vext anunciou ainda a criação de uma página na plataforma GoFundMe, com o objetivo de dar início a uma carreira a solo, que já atingiu 100 mil dólares em donativos.