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Ariel Pink

Abandonado pela editora e manchado pelo apoio a Trump, Ariel Pink diz que está a viver na rua

Ariel Pink foi a um programa do canal televisivo Fox dizer que não pede desculpa por ter ido ao Capitólio apoiar Trump, mas que ficou "sem sustento" depois de confirmar ser defensor do ainda presidente dos Estados Unidos

Ariel Pink foi a um programa do canal televisivo Fox falar sobre as consequências de ter afirmado ser apoiante de Donald Trump.

Segundo o músico norte-americano, depois de confirmar que esteve presente na manifestação de apoio ao ainda presidente dos Estados Unidos, frente ao Capitólio, as críticas e ameaças sucederam-se.

"A minha família tem recebido ameaças de morte. Nem sabem que eu estou aqui, tive de vir às escondidas, porque eles tinham muito medo que eu viesse à televião. Eu também tenho recebido ameaças, o ódio é avassalador... as pessoas são tão más", lamenta.

Ariel Pink contou também que a editora que o representava, a Mexican Summer, terá cedido à pressão do público para despedi-lo.

"A minha editora escreveu-me a informar que estavam a receber muitas críticas por ficarem do meu lado, mas garantiram-me que não me iam despedir. 24 horas depois, mandaram-me mensagem a dizer que iam anunciar publicamente que me iam despedir".

Questionado pelo apresentador sobre o impacto do sucedido nas suas finanças, Ariel Pink respondeu que, entre ser despedido pela editora e não poder andar em digressão, ficou "sem sustento e na rua. Estou assoberbado por isto tudo, não sei o que fazer".

Ariel Pink garante ainda que não participou nos atos de violência no Capitólio e que não sente ter feito algo de errado, pelo que não pedirá desculpas.