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Sérgio Godinho recorda amigo Carlos do Carmo: "A morte e a parede negra da ausência das pessoas que admiramos é sempre uma coisa triste"

Sérgio Godinho, que colaborou com Carlos do Carmo mais do que uma vez, recorda o fadista que hoje partiu. "Até um dia e até sempre, Carlos"

Sérgio Godinho homenageou, com um texto partilhado nas redes sociais, o seu amigo Carlos do Carmo, que hoje morreu, aos 81 anos.

"Recordando Carlos do Carmo: a morte e a parede negra da ausência das pessoas que nos são próximas, que admiramos, é sempre uma coisa triste, muito triste. Cruzei-me com o Carlos inúmeras vezes, e tive o prazer de cantar com ele, juntamente com o Camané, no meu ‘O Irmão do Meio’. ‘Fotos do Fogo’, um pelotão de soldados de três diferentes idades", lembra Sérgio Godinho.

"Mas hoje, recordo a canção que escrevi para ele. O Carlos, ao convidar-me, falou-me daqueles cantores de fado vadio que nunca tinham atingido a notoriedade, mas que ele muito valorizava, e que, no fundo, tinham sido também uma influência e um estímulo. ‘Velho Cantor’, assim se chamou a canção, e o Carlos cantou-a como só ele sabe. Obrigado por isso e por tudo o resto. Até um dia e até sempre, Carlos."