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Rui Rio diz que obra de Carlos do Carmo "não morreu, nem nunca morrerá"

O presidente do PSD, Rui Rio, recordou hoje Carlos do Carmo como "um grande vulto da música portuguesa", e considerou que "a sua obra não morreu, nem nunca morrerá"

O presidente do PSD, Rui Rio, recordou Carlos do Carmo como "um grande vulto da música portuguesa", e considerou que "a sua obra não morreu, nem nunca morrerá".

"A minha justa homenagem a Carlos do Carmo, um grande vulto da música portuguesa. A sua obra não morreu, nem nunca morrerá", escreveu Rui Rio, numa publicação na rede social Twitter.

Carlos do Carmo morreu esta madrugada, aos 81 anos, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

O Governo decretou um dia de luto nacional para segunda-feira, dia 4 de janeiro, pela morte do fadista Carlos do Carmo e anunciou que propôs ao Presidente da República a atribuição da Ordem da Liberdade, a título póstumo, "pelo determinante papel que teve na renovação do fado, atribuição que, de resto, já estava prevista".

O executivo anunciou ainda que, na próxima terça-feira, no espetáculo de abertura da Presidência Portuguesa da União Europeia, o Governo prestará uma homenagem nacional a Carlos do Carmo.