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António Costa evoca Carlos do Carmo. "Notável fadista" e um "grande amigo"

O primeiro-ministro, António Costa, evocou com saudade Carlos do Carmo, que morreu esta madrugada, recordando-o como "notável fadista" e "um grande amigo"

"Fazendo eco das palavras que cantou no 'Fado da Saudade': 'Mas com um nó de saudade, na garganta/ Escuto um fado que se entoa, à despedida' de um grande amigo", escreveu o primeiro-ministro, numa publicação na rede social Twitter.

António Costa sublinhou que Carlos do Carmo "não era só um notável fadista, que o público, a crítica e um Grammy consagraram", mas "um dos seus maiores contributos para a cultura portuguesa foi a forma como militantemente renovou o fado e o preparou para o futuro", evocou.

Com um percurso político ao PCP, Carlos do Carmo foi mandatário de António Costa na campanha de 2009 para a Câmara Municipal de Lisboa e participou igualmente num almoço de campanha do PS nas legislativas de 2015, em que recusou definir-se como simpatizante socialista, dizendo antes ser um apoiante de Costa.