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Legendary Tigerman: “Somos um país pobre em que não se pode dizer às pessoas: pega dinheiro, não trabalhes, fica em casa”

“Ter continuado a haver concertos é um sinal de criatividade, mas também fruto de sermos um país pobre. Mas acho muito bonita essa resiliência, e foi muito bonito sermos o único país da Europa a manter os teatros abertos sem que se isso tenha tornado um problema de saúde ou social”, considera Paulo Furtado, abordando os efeitos da pandemia na música ao vivo. Para ouvir no podcast Posto Emissor

Paulo Furtado, mais conhecido como Legendary Tigerman, é o convidado desta semana do Posto Emissor, o podcast semanal da BLITZ, e falou sobre os efeitos da pandemia de covid-19 na música ao vivo em Portugal.

"Ter continuado a haver concertos é um sinal de criatividade, mas também fruto de sermos um país pobre em que não podemos dizer às pessoas 'Toma, pega dinheiro. Não podes ir trabalhar, tens de ficar em casa e vais ficar em casa'", começou por dizer.

Salvaguardando que "não houve propriamente casos de contágio nos teatros ou nos concertos" e que isso provou que é possível manter os espetáculos, defendeu que "não é viável financeiramente fazer uma tournée com metade ou um terço das pessoas".

Ouça a resposta completa a partir dos 45m 3s.

Assinar o Posto Emissor no iTunes.

A BLITZ agradece à AutoLeão pela cedência das instalações para a realização da sessão fotográfica