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Uma parceria com o jornal EXPRESSO

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Dito em 2020. Miguel Angelo: “Eu gostava de ser os Beatles, mas chegas aos ensaios e está lá um baterista que gosta de Iron Maiden”

Em 2020, a BLITZ chegou à fala com numerosas figuras da música. Em fevereiro, Miguel Angelo explicava a “caldeirada” do som dos Delfins. “Eu nem sequer gostava de Iron Maiden, eu odiava o 'british heavy metal'. Foi-se cozinhando um som, cada um tinha a sua banda de referência”

Depois de no final de 2019 lançar o disco "Nova (Pop)", Miguel Angelo falou com a BLITZ, em fevereiro de 2020, sobre um percurso de 35 anos no pop/rock em Portugal.

Quando questionado pelas origens do 'som Delfins', o músico respondeu: “Eu gostava de ser os Beatles, os Orange Juice, os Byrds, os Kinks, os The Who, mas o problema é que chegas às sala de ensaios e está lá um baterista [Jorge Quadros] que gosta de Iron Maiden, um baixista [Rui Fadigas] que gosta de Van Halen (...) e eu vinha mais com a bagagem da new wave, do ska, dos mods. Foi-se cozinhando um som, cada um tinha a sua banda de referência”.

No início de 2020, Miguel Angelo foi também o convidado da quarta edição do Posto Emissor, o podcast da BLITZ, falando com os jornalistas Luís Guerra e Lia Pereira sobre uma carreira que atravessou quatro décadas, o sucesso estrondoso dos Delfins nos anos 90 (e subsequente sobreexposição da sua imagem), a faceta de melómano e a atenção que continua a prestar ao que é novo.