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A morte de Naya Rivera poderia ter sido evitada, acredita o ex-marido da atriz. “O barco nem uma boia tinha”

Familiares de Naya Rivera, que morreu afogada no passado mês de julho, instauraram um processo em tribunal porque acreditam que a morte da atriz poderia ter sido evitada

O ex-marido de Naya Rivera, e pai do filho de cinco anos, Josey, acredita que a morte da atriz, por afogamento no passado mês de julho, poderia ter sido evitada.

Ryan Dorsey instaurou um processo em tribunal, junto com os herdeiros de Rivera, em nome do filho, no qual defende que o barco que a atriz alugou para passear com Josey no Lago Piru, na Califórnia, não reunia as condições de segurança necessárias.

"O barco não estava equipado com uma escada de segurança acessível, uma corda adequada, uma âncora, um rádio ou quaisquer outros mecanismos de segurança que ajudassem os nadadores a regressar ao barco", lê-se no processo, citado pelo blogger Perez Hilton.

É também defendido que o barco "nem sequer uma boia ou outro equipamento de flutuação" tinha, violando assim a lei californiana - a atriz não tinha colete salva-vidas colocado quando foi encontrada, apesar de o filho, que foi encontrado no barco, ter.

"O Lago Piru não tem um único aviso sobre as correntes fortes do lago, a falta de visibilidade, os ventos fortes, grutas submersas, profundidades diferentes - não há avisos nem na entrada, nem na doca, nem na zona mais popular entre os nadadores, em Diablo Cove, em lado nenhum".

Na queixa apresentada, diz-se também que Rivera era "muito boa nadadora" e que não foi a primeira vítima a afogar-se no lago: "mais de duas dezenas de pessoas se afogaram nele desde 1959".