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Rita Carmo

Paulo Gonzo: “Na escola de artes, estávamos duas horas a beber bagaço logo de manhã com as miúdas”

“Fui para uma escola industrial, fui praxado, desisti. Disse que não tinha jeito para eletricidade. Fui para a Escola Artística António Arroio, era a primeira escola mista e havia dois cafés em frente”. Paulo Gonzo recorda a ‘emancipação’ do final da adolescência, quando mudou de liceu e abraçou o mundo das artes (e não só). Para ouvir no podcast Posto Emissor

No Posto Emissor desta semana, Paulo Gonzo recorda o seu percurso académico, que passou por uma escola profissional e por um curso de artes decorativas.

Numa altura em que se encontra a lançar a coletânea “Essencial” e antes de subir a palcos do Porto e Lisboa no evento Santa Casa Portugal ao Vivo (o que aconteceu sexta e sábado), o músico português partilhou:

“Por castigo, fui para uma escola industrial, um ano”, conta. Depois de uma praxe que incluiu “medir o pátio com paus de fósforos”, a voz de 'Jardins Proibidos' desistiu e foi para a Escola Artística António Arroio.

“[Tinha] uma cereja no topo do bolo: era a primeira escola mista. Havia dois cafés em frente: o Cábula e o Louvre. Nós tínhamos aulas práticas e púnhamos palitos nas fechaduras para irmos para o café, [onde ficávamos] duas horas a beber bagaço, logo de manhã, com as miúdas”.

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