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Uma parceria com o jornal EXPRESSO

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Público de concerto em Auckland, Nova Zelândia, em outubro de 2020

Getty Images

Há um país em que os concertos voltaram a ser como eram antes da pandemia

5 milhões de habitantes, 2000 casos, 25 mortos. Desde julho que a (quase) normalidade aqui é possível: até há concertos de estádio

Enquanto o resto do mundo continua a enfrentar a pandemia da Covid-19, a Nova Zelândia regressou a uma certa normalidade.

O país, que desde o início da pandemia registou apenas 2000 casos e 25 mortos, num universo de 5 milhões de habitantes, voltou aos concertos em julho, alguns deles de estádio.

Nesse mesmo mês, o governo da Nova Zelândia anunciou um fundo de apoio a salas de espetáculos, num valor máximo de 50 mil dólares neozelandeses (pouco mais de 28 mil euros).

Em agosto, o país voltou a registar um aumento no número de casos, o que levou a novo período de quarentena. Mas, dois meses depois, volta a poder respirar.

Para Liz Stokes, dos The Beths, "há um sentimento de gratidão" entre a população, conforme afirmou ao Washington Post. "Sabemos a sorte que temos em poder sair e estar com os amigos, ver concertos".

Os festivais continuam, no entanto, cancelados - dado que artistas estrangeiros ainda não têm permissão para tocar no país. "Temos muito talento local, mas será que temos o suficiente até as fronteiras reabrirem?", questionou o agente da estrela pop Benee.