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Posto Emissor #28: BLITZ convida Samuel Úria. Das novas “Canções do Pós-Guerra” aos “dias difíceis” de extremismo e pandemia

Samuel Úria é o convidado da semana neste regresso do Posto Emissor. Com novo álbum quase a chegar, o músico fala-nos de intimidade e partilha, 'rockalhadas' e lamechices, pandemia e o futuro dos concertos. As lições que o setor da música ao vivo pode retirar da Festa do Avante, os infinitos inéditos de Prince, os discos que precisamos de ouvir agora e os concertos (diferentes) que temos pela frente são outros temas de conversa desta edição

Em conversa com Luís Guerra e Mário Rui Vieira, o músico nascido há 40 anos em Tondela fala sobre “Canções do Pós-Guerra”, o álbum que lançará a 18 de setembro.

Neste episódio de Posto Emissor, explicam-se inspirações de canções como 'Aos Pós' e 'Cedo', recordam-se os tempos de 'neo-retro-redneck', discutem-se os inimigos visíveis dos tempos que vivemos, do extremismo político em Portugal (e no mundo) à insensibilidade face às causas que, até aqui agrilhoadas, agora são capazes de gritar.

Falamos também sobre a Festa do Avante e o que pode o setor da música ao vivo aprender com ela, a reedição super apetrechada de um dos álbuns mais importantes da história da pop, "Sign O'The Times", de Prince - com 45 (!) faixas até aqui não editadas -, o disco que Sonic Boom (o inglês Peter Kember, ex-Spacement 3) fez em Sintra e a Raia de David Bruno.

As revelações Crack Cloud e Sega Bodega e o evento Lisboa ao Palco (com uma vintena de concertos na capital até 4 de outubro) são outros temas desta edição.

A edição multimédia esteve a cargo de Rúben Tiago Pereira.

Sejam bem-vindos.