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Ozzy Osbourne: “Só me reformo quando fecharem o meu caixão. E depois faço um encore"

Apesar de padecer da doença de Parkinson, o “Príncipe das Trevas” garante que só deixa a música quando morrer. E mesmo assim...

Ozzy Osbourne voltou a rejeitar a ideia de uma reforma, em declarações ao jornal britânico Daily Mirror.

"Só me reformo quando fecharem o meu caixão. E depois faço um encore. Sou o Príncipe das Trevas", brincou.

O músico encontra-se em quarentena desde março, e a pandemia obrigou-o a cancelar várias datas daquela que é descrita como a sua última digressão, mas os fãs poderão estar descansados: Ozzy ainda voltará aos palcos para a terminar.

"Sentir aquele público a pular, é melhor que um orgasmo. É o melhor romance da minha vida", disse. "Sinto-me honrado pelas pessoas ainda me quererem ver ao vivo".

Ozzy falou, também, sobre a sua luta contra a Doença de Parkinson. "Uma das perguntas que fiz [ao médico] foi: 'é uma doença terminal?', e ele respondeu 'não, mas a vida é'".

"É só outra coisa com a qual tenho de lidar. Não estou preocupado com isso", rematou.