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Uma parceria com o jornal EXPRESSO

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Woodstock '99

Joe Traver/Getty Images

A história do desastroso festival Woodstock de 1999 vai ser contada num novo documentário

Incêndios, pilhagens e crimes sexuais ensombraram a versão de 1999 do mítico festival norte-americano. A história vai agora ser contada numa série documental

A história da edição de 1999 do festival de Woodstock, que marcou os 30 anos da edição original (entre os dias 22 e 25 de julho em Rome, Nova Iorque), vai ser contada numa série documental da Netflix, ainda sem data de estreia.

O evento, que atraiu 400 mil pessoas ao longo dos quatro dias, tornou-se notícia ao ser ensombrado por incêndios, roubos, calor extremo associado a chuva, violência e crimes sexuais, apesar de ter sido publicitado como um festival de "paz e amor".

Passaram pelo palco do Woodstock '99 artistas como Limp Bizkit, Red Hot Chili Peppers ou Rage Against the Machine e o festival foi transmitido pela MTV, com muitas das situações de violência a serem vistas em direto na televisão em todo o mundo.

Os Limp Bizkit serão uma das bandas visadas no documentário, visto que foi durante o concerto de Fred Durst e companhia que os episódios de violência tomaram maiores proporções, depois de Durst ter incitado o público a partir coisas durante o tema 'Break Stuff': "acho que não devem amolecer, isso foi o que a Alanis Morissette provocou".

O documentário, que já está em fase de produção, ainda não tem título definido mas a equipa que o está a fazer é a mesma de "Don't F**k with Cats". Além das imagens que foram, na altura, transmitidas na televisão, a série documental juntará "imagens de arquivo nunca antes vistas".