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Leonard Cohen

Herdeiros de Leonard Cohen poderão processar Donald Trump por causa de 'Hallelujah'. E sugerem outra canção ao presidente

Em causa está a utilização de 'Hallelujah' na convenção republicana, que os herdeiros de Cohen terão previamente proibido. Com ironia, sugerem outra canção de Cohen ao Presidente dos Estados Unidos

Os herdeiros de Leonard Cohen emitiram um comunicado, no qual esclarecem que "negaram categoricamente" os pedidos para que 'Hallelujah' fosse tocada na recente convenção do Partido Republicano.

Apesar de a sua utilização ter sido proibida pela família do músico, os Republicanos tocaram-na por duas vezes durante a convenção, que confirmou oficiosamente Trump como recandidato à presidência dos Estados Unidos.

Para além de garantir que a família Cohen "está a estudar todas as opções legais", a advogada Michelle L. Rice terminou com nota irónica: "Se nos tivessem pedido a 'You Want It Darker', pela qual o Leonard ganhou um Grammy póstumo, em 2017, talvez tivéssemos considerado aprová-la", pode ler-se no comunicado.

Esta "nega" dos herdeiros de Leonard Cohen é confirmada pela Sony/ATV Music Publishing, cujo diretor executivo, Brian J. Monaco, declarou à Pitchfork que a editora foi contatada por representantes do Partido Republicano com vista à utilização de 'Hallelujah'.

A cantora Tori Kelly, que gravou uma das versões de 'Hallelujah' escutadas na convenção Republicana, partilhou também - num tweet entretanto apagado - que nem ela nem a sua equipa foram contactados.