Perfil

Blitz

Uma parceria com o jornal EXPRESSO

Notícias

Getty Images

Rapper Wiley defende-se de acusações de racismo

Em causa estão ‘posts’ considerados ofensivos publicados na sua conta Twitter, que conta com meio milhão de seguidores e foi agora suspensa. O ‘mayor’ de Londres considerou-os “horríveis e inaceitáveis”

O rapper britânico Wiley defendeu-se das acusações de racismo que lhe foram endereçadas, após fazer uma série de publicações nas redes sociais, que foram consideradas anti-semitas.

Na sua conta oficial no Twitter, que conta com meio milhão de seguidores, Wiley escreveu que os judeus têm vindo a explorar, de forma sistemática, os artistas negros.

Após ter feito essas publicações, a conta de Wiley no Twitter foi suspensa permanentemente.

O músico defendeu-se, pedindo desculpa por "generalizar" e dizendo que na base dos seus comentários estão as divergências que tem com o seu agente, de origem judaica.

"Os meus comentários não deveriam ter sido dirigidos a todos os judeus ou ao povo judaico. Peço desculpa por generalizar, e peço desculpa por comentários que foram vistos como anti-semitas", disse, à Sky News.

"Não sou racista. Sou um empresário. O meu problema deveria ter ficado entre mim e o meu agente. Percebo isso".

Os comentários de Wiley mereceram forte condenação por parte de várias figuras públicas, incluindo do presidente da câmara de Londres, Sadiq Khan.

"É inaceitável que tweets racistas e horríveis, como os do Wiley, tenham permanecido tanto tempo no Twitter", escreveu.