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Cardi B defende-se de acusações de homofobia, dizendo que tem um primo gay e uma prima transexual

A rapper, que se identifica como bissexual, defende-se das acusações que a perseguem

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Cardi B voltou a garantir que não é homofóbica nem transfóbica, acusações que a perseguem desde que, em 2018, publicou um meme com a expressão pejorativa "tranny".

A rapper, que é casada com Offset, dos Migos, e se define como bissexual, escreveu: "Como é que eu posso ser homofóbica ou transfóbica? Vocês já foram às Caraíbas, onde há homofobia a sério? Já tiveram de lidar com um pai que não aceita a vossa sexualidade? Em tempos disse coisas ignorantes, pelas quais já pedi desculpa".

Lembrando que é uma apoiante da comunidade LGBTQI+, Cardi B, cujo pai é da República Dominicana e a mãe de Trinidade e Tobago, afirma: "Não os apoio por ter fãs homossexuais, mas porque quando era miúda perguntava-me se seria normal gostar de raparigas. Apoio-os porque sei como foi difícil para o meu primo dizer à sua família dominicana, muito conservadora, que era gay. E porque conheço a dor da minha prima, que é transexual e tem uma relação lixada com o pai", argumenta a artista, falando ainda de lutas semelhantes travadas pela sua irmã.