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João Carvalho, diretor do festival Vodafone Paredes de Coura

Rita Carmo

João Carvalho: “Depois do primeiro Paredes de Coura que deu lucro, lá fomos os três pacóvios a Paris. Depois de anos a contar tostões”

O promotor do Vodafone Paredes de Coura recorda a primeira edição do festival que se revelou rentável. A 'prenda' que o trio de organizadores deu a si mesma foi uma viagem a Paris que, por coincidência, envolveu os Mão Morta. Ouça a história contada na primeira pessoa no podcast Posto Emissor

Quando questionado sobre quais as memórias mais intensas de quase 30 anos de festival Paredes de Coura, João Carvalho três edições do festival, começando pela de 1999, primeiro ano em que, afirma, o festival deu lucro.

"Eu, o José Barreiro e o Vítor Pereira, que é hoje o Presidente da Câmara de Paredes de Coura, fomos a Paris [para celebrar]. Achávamos que merecíamos, depois de tantos anos de penúria e a contar os tostões. Lá fomos os três pacóvios... por coincidência, encontrámos os Mão Morta no avião", recorda.

Para ouvir esta e outras histórias, siga até ao minuto 10m 35s.