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Depois das Savages, Jehnny Beth ainda é um animal. Mas diferente

Com as Savages sem futuro à vista, a vocalista Jehnny Beth estreia-se sozinha com um disco de extremos. E canta o amor pela vida com uma vulnerabilidade que não lhe conhecíamos. “A ferocidade faz parte de mim e da minha expressão artística, mas não queria que neste disco se tornasse algo sistemático”, diz-nos

Quem acompanhou de perto o seu percurso nas Savages, ou mesmo quem a conhecia já na dupla John & Jehn, sabe que Jehnny Beth nunca foi pessoa de carregar no travão. A intensidade com que sempre agarrou canções bojudas pelos colarinhos tornou-se rapidamente a sua imagem de marca e transformou-a numa das perfomers mais cativantes do rock da última década. A dança sedutora das suas prestações ao vivo, algures entre uma caçada na savana e uma orgia de sentidos, não só não desvirtua a violência das canções como lhes acrescenta dimensões inimagináveis. Beth é um animal, de corpo esguio e voz maciça, quer em palco quer em disco. E “To Love Is To Live”, a sua estreia em nome próprio, não desfaz essa imagem.

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