Perfil

Blitz

Uma parceria com o jornal EXPRESSO

Notícias

Marcelo Krasilcic

A estética da rapidinha dos Magnetic Fields. 28 breves canções sobre tudo e mais alguma coisa

Fez 28 canções com durações entre 17 segundos e 2 minutos e meio e acaba de lançá-las em “Quickies”, um disco sobre criaturas fantásticas, prostitutos, política e tudo à volta. “Exprimir aquilo de que gostamos em música é o primeiro e único propósito da música”, diz-nos Stephin Merritt

Então, também está em quarentena?...” são as primeiras palavras que Stephin Merritt me dirige, a 5400 quilómetros de distância, algures em Nova Iorque. Quilómetros a mais, aparentemente, para a rede telefónica, que, após alguns minutos de tentativas frustradas de continuar um diálogo em termos inteligíveis, obrigará a prossegui-lo via e-mail. Ainda de viva voz, explicar-me-á que, para o novo álbum dos Magnetic Fields, “Quickies” — 28 canções com durações entre 17 segundos e 2 minutos e 30 —, o conceito de ‘rapidinhas’ só surgiu a meio caminho: “Raramente, se é que alguma vez isso aconteceu, decido fazer um álbum sem ter pelo menos algumas canções já escritas. Na verdade, 23 das canções de ‘69 Love Songs’ eram suficientemente curtas para poderem ter sido incluídas em ‘Quickies’. Creio que já tinha escrito ‘Bathroom Quickie’ e pus-me a imaginar como poderia ser um álbum em que ela encaixasse bem ou pudesse mesmo ser a peça central.”

Este é um artigo exclusivo. Se é assinante clique AQUI para continuar a ler. Para aceder a todos os conteúdos exclusivos do site do Expresso também pode usar o código que está na capa da revista E do Expresso.

Caso ainda não seja assinante, veja aqui as opções e os preços. Assim terá acesso a todos os nossos artigos.