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Pedro Abrunhosa: “É irrelevante se o Avante é uma festa política ou um festival. O vírus não vai evitar saltar de camarada em camarada”

O músico do Porto falou longamente sobre os desafios que se colocam aos espetáculos ao vivo, na era covid-19, incluindo sobre a possível realização da Festa do Avante em setembro. Para ouvir no Posto Emissor

Na tarde em que a Assembleia da República discutia a proibição de festivais e grandes eventos até 30 de setembro, devido à covid-19, Pedro Abrunhosa foi o convidado do 17º episódio do Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ.

Falando com generosidade sobre numerosos temas, o músico do Porto comentou, diretamente do seu estúdio em Canelas, Gaia, as novas formas pensadas, pelo meio e pelas autoridades, para continuar a realizar espetáculos ao vivo.

Sobre a possibilidade de a Festa do Avante se realizar, em setembro (o PCP diz que o Avante não é um festival de música, o Primeiro-ministro afirma que não proibirá atividade política), Pedro Abrunhosa comenta: "É irrelevante se o Avante é uma festa política ou um festival. O que interessa aqui é a crise sanitária e de que forma vai evoluir até [setembro] a contaminação social. O que interessa é a ciência".

Ressalvando "simpatizar muito" com a Festa do Avante, onde já atuou várias vezes, Pedro Abrunhosa remata: "O vírus não vai evitar saltar de camarada em camarada".

Pode ouvir aqui o Posto Emissor com Pedro Abrunhosa. Esta resposta começa pelos 48m 20s.