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O fim do ‘mosh’ e do ‘crowd surfing’ na reabertura dos concertos

Práticas até aqui consideradas normais ou admissíveis em espetáculos de música vão deixar de o ser nos concertos em tempos da covid-19

Os Estados Unidos estão a preparar o regresso dos concertos ao vivo, mas com várias medidas de segurança em mente.

Após terem conversado com mais de 400 promotores, fornecedores e trabalhadores da Ticketmaster, Steven Adelman e Jacob Worek, da Event Safety Alliance, elaboraram um guia de 29 páginas para uma reabertura segura das salas de espetáculos.

Entre os comportamentos que deixarão de ter lugar em concertos durante a pandemia estão o mosh e o crowd surfing. Será igualmente proibida a presença de uma enorme quantidade de fãs na fila da frente.

Os corredores e locais para fumadores terão também de ser monitorizados, e a entrada para as casas de banho das salas de espetáculos poderá vir a ser limitada.

Também em Portugal se preparam medidas: os promotores de espetáculos vão entregar ao Governo um documento de 16 páginas, para garantir a segurança no planeado regresso aos concertos em junho.

Será assim o manual de boas práticas onde se começa a jogar o futuro do setor em Portugal em tempos de pandemia. “Vamos chorar e vamos rir de máscara”, afirma à BLITZ a presidente da APEFE, Sandra Faria.