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Festival eletrónico Neopop adiado para 2021. Os portadores de bilhete que não possam estar em 2021 “deverão contactar a organização”

A organização do festival Neopop, de Viana do Castelo, diz estar a trabalhar no sentido de manter o cartaz anunciado para este ano em 2021

A edição de 2020 do festival de música eletrónica Neopop foi adiada para 2021 em face da proibição de realização destes eventos até 30 de setembro, devendo regressar a Viana do Castelo entre 11 e 14 de agosto do próximo ano.

"Por motivos de força maior, referentes à pandemia Covid-19, e pela garantia da segurança e bem-estar do público, a organização vê-se obrigada a reagendar o festival", anunciou esta quinta-feira a organização do Neopop.

Em comunicado, a organização, que já no ano passado assumiu como lema "Keeping Techno Safe", refere que "a prioridade é proteger a sua audiência e garantir que em 2021 o festival regresse mais forte do que nunca, com uma edição que se espera histórica".

Para isso, a organização está a trabalhar no cartaz da próxima edição com o objetivo de tentar assegurar a continuidade do projeto de 2020, esperando, em breve, prestar mais esclarecimentos.

Nina Kraviz, Richie Hawtin, Modeselektor e The Black Madonna eram alguns dos nomes confirmados para a 15.ª edição do festival que ia realizar-se em Viana do Castelo, de 12 a 15 de agosto.

De acordo com a organização do Neopop, os portadores de bilhetes para a edição de 2020, assim como os respetivos pacotes de alojamento, são automaticamente válidos para a edição de 2021, sem necessidade de qualquer procedimento extra. Os portadores de bilhete que não possam estar presentes na edição de 2021, deverão contactar a organização.

Recorde-se que o governo anunciou que a realização de festivais de música e de espetáculos similares está proibida em Portugal, até 30 de setembro, devido à pandemia de covid-19.

"A proibição de realização de festivais e espetáculos de natureza análoga, até 30 de setembro de 2020, e a adoção de um regime de caráter excecional dirigido" aos eventos que não possam realizar-se "no lugar, dia ou hora agendados", por causa da pandemia, foi decidida em Conselho de Ministros.

No comunicado, o governo refere que, para os espetáculos entre 28 de fevereiro e 30 de setembro de 2020 que não se realizem devido à pandemia, está prevista "a emissão de um vale de igual valor ao preço do bilhete de ingresso pago, garantindo-se os direitos dos consumidores".