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Emmanuel Macron

França cancela festivais e concertos até meados de julho. “Teremos de conviver com o vírus durante meses”

Salas de espetáculos, cinemas, museus e grandes aglomerados de público continuarão proibidos em França “ate meados de julho”. “Teremos de conviver com o vírus durante meses”, afirma Emmanuel Macron, o chefe de estado francês

O Presidente Emmanuel Macron fixou uma nova data para o fim do confinamento em França, 11 de maio, mas salas de espetáculo, teatros, cinemas, museus e eventos com grandes aglomerados de público permanecerão fechados "até meados de julho".

Numa comunicação à nação, o chefe de estado francês afirma que "teremos que conviver com o vírus por vários meses". 11 de maio é apontada como nova data para o final do período de contenção, apontando-se que a partir desse momento sejam levantadas gradualmente as restrições impostas à população devido à pandemia do novo coronavírus.

O presidente acredita que o país deve ganhar liberdade de movimento e recuperar a atividade económica e a vida social, mas "os locais de reunião do público - restaurantes, cafés, hotéis, cinemas, teatros, teatros e museus - permanecerão fechados" pelo menos até meados de julho, escreve o Figaro, citando Macron.

No que diz respeito a concertos e festivais, tal medida obrigará a cancelamentos e adiamentos. Festivais de verão franceses como Les Nuits de Fourvières, We Love Green, Les Vieilles Charrues, Les Francofolies, citados pelo Figaro, terão de mudar de planos. De acordo com o jornal francês, os festivais de agosto não estarão em melhor situação porque, mesmo que as restrições sejam levantadas em julho, é tido como pouco provável que a realização de grandes eventos possa ser exequível em tão pouco tempo, por desconfiança do público e falta de perspectiva de receita.

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