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Miguel Araújo n'O Sol da Caparica

João Cautela

Miguel Araújo: “Íamos ter um ano cheio de concertos. De repente, nada. O meu braço direito nesta vida acaba de arranjar emprego noutra área”

Convidado desta semana do Posto Emissor, podcast da BLITZ, Miguel Araújo lembra que a quebra de faturação na música, devido à pandemia de Covid-19, é de 100%

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Em entrevista ao Posto Emissor, podcast da BLITZ, Miguel Araújo falou sobre o impacto da pandemia de Covid-19 na vida dos músicos e de todos os que trabalham nesse meio.

"Nós íamos ter um ano espetacular, cheio de concertos... já tínhamos 30 ou 40 concertos marcados, ainda íamos ter mais e de repente não vamos ter nenhum", partilha. "É uma angústia e uma tristeza. Claro que não é exclusivo da nossa área, apesar de a nossa ser das mais afetadas, porque não se trata de uma queda de 40%, nem de 60%, trata-se de uma queda de 100%", refere.

"Ainda estamos a ganhar consciência do que isto significa. O meu road manager, o meu braço direito nesta vida, acaba de arranjar emprego noutra área! Começa na segunda-feira. [O negócio dos espetáculos] vai recuar anos e anos, temos de aceitar isso".

Pode ouvir a sua resposta por volta dos 13m15s:

Os discos novos de Pearl Jam e Sufjan Stevens e a forma como Miguel Araújo tem lidado com a reclusão social, em casa com a família, são outros temas deste programa.