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A ‘dança’ dos bateristas dos Pearl Jam nos anos 90. Seis trocas em oito anos

A cronologia de uma ‘cadeira’ difícil nos Pearl Jam

Desde 1998 que a cadeira de baterista nos Pearl Jam tem sido ocupada por Matt Cameron, mas nem sempre foi fácil, para a banda, encontrar alguém à altura.

As trocas começaram logo em 1990, e também com Cameron, que à altura saiu da banda por já ter compromissos assumidos com os Soundgarden, grupo ao qual pertenceu entre 1986 e 1997 e 2010 e 2019.

O músico foi substituído por Dave Krusen, que não durou muito nos Pearl Jam: saiu após gravar "Ten", álbum de estreia da banda, para tratar o seu vício em álcool.

Brad Wilk, dos Rage Against the Machine, foi então o escolhido, mas nem chegou a aquecer o lugar. Após ensaiar com a banda, decidiu não ficar devido à falta de "química".

Durante a primeira digressão dos Pearl Jam, a supracitada cadeira foi ocupada por Matt Chamberlain, que sairia pouco depois para se juntar à equipa do programa de televisão "Saturday Night Live".

Seguir-se-ia Dave Abbruzzese, uma recomendação de Chamberlain, que chegaria a gravar dois discos com o grupo: "Vs." (1993) e "Vitalogy" (1994). Neste último ano, abandonou - e, para o seu lugar, chegou a ser cogitado um tal de... Dave Grohl, que recusou o convite.

Jack Irons, ex-Red Hot Chili Peppers, tornou-se então no sexto baterista dos Pearl Jam, com quem ficaria até 1998, antes de sair devido a problemas de saúde. Nesse ano, Cameron regressou - e não mais abandonou a banda.