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Plutónio: “Sofri maus tratos da polícia, coisas gravíssimas. Mas sabia que um dia ia fazer da música um alerta”. Para ouvir no Posto Emissor

“Eu tenho 34 anos, tive tempo para viver muita coisa. Quando a minha música não era conhecida, eu estava na rua”. Os dias difíceis no Bairro da Cruz Vermelha, em Cascais, foram um dos temas da conversa com Plutónio, que pode ouvir no Posto Emissor, o podcast da BLITZ

O convidado especial do terceiro Posto Emissor é Plutónio, em vésperas de concertos no Coliseu de Lisboa (já esgotado, a 14 de fevereiro) e Hard Club, no Porto (a 21, igualmente esgotado, e 22). À conversa com os jornalistas Luís Guerra e Lia Pereira, o rapper de 'Cafeína' e 'Meu Deus' fala da infância passada no Bairro da Cruz Vermelha, em Cascais, e do que o levou a abraçar a carreira na música.

“Eu tenho 34 anos, tive tempo para viver muita coisa. Quando a minha música não era conhecida, eu estava na rua”, começa por contar-nos o rapper (a partir dos 11 minutos e 54 segundos):

O cartaz recentemente anunciado do festival NOS Primavera Sound, no Porto, bem como a chegada a Portugal do festival Rolling Loud, um dos maiores eventos de hip-hop dos Estados Unidos, são outros assuntos abordados. Os discos novos (“Father of All Motherfuckers”, dos Green Day, entre eles) e os concertos que aí vêm passam também pelo terceiro Posto Emissor.

A condução deste Posto Emissor esteve a cargo de Luís Guerra e contou com edição multimédia de Joana Beleza e Rúben Tiago Pereira. Na BLITZ, no Expresso e ainda nas principais plataformas de podcasts.