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PATRICIA DE MELO MOREIRA

Lisboa em destaque no guia das cenas musicais do mundo para a Rolling Stone. Do fado de Madonna ao indie do Incógnito

Carminho e Branko foram dois dos “consultores” ouvidos pelo jornalista da Rolling Stone

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

As casas de fado de Alfama, mas também festivais como o NOS Alive ou salas de concertos como o Musicbox, no Cais do Sodré, são alguns dos destaques de um artigo que a Rolling Stone publicou sobre a cena musical de Lisboa.

Na edição online da revista norte-americana, é possível encontrar uma breve reportagem que parte da paixão de Madonna pelo fado para recomendar, com o aval da fadista Carminho, salas como o Tejo Bar, a Tasca do Chico, a Mesa de Frades e O Faia.

“Se tudo te disser para entrares, é porque não é uma casa de fado interessante”, alerta Carminho. “Mas se fores a uma casa de fado e não compreenderes tudo, é porque é das boas”, aconselha Carminho.

A Rolling Stone destaca ainda o Incógnito, lembrando a noite em que Win Butler, dos Arcade Fire, lá fez um DJ set; o “acolhedor” Musicbox, que dedica noites temáticas ao hip-hop, ou o NOS Alive, em Algés.

“E, prova de que o país conseguiu acompanhar a cultura moderna desde a revolução de 1974, a cena de música de dança de Lisboa, que já tem décadas, está finalmente a florescer. “As pessoas dançam mais em Lisboa do que noutras cidades”, afirma Branko. “Começam a dançar e só param quando é hora de o clube fechar”.

“Em espaços como o B.leza ou o mais espaçoso Lux Frágil, os foliões são brindados com uma mistura de EDM com sons afro-portugueses que espelham as várias comunidades da cidade”, escreve ainda a Rolling Stone, falando também de artistas como Pedro Mafama e de Dino D'Santiago, “o favorito de Madonna”, que cruzam a EDM com hip-hop e fado.