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Madonna no encerramento do concerto no Coliseu dos Recreios

Ricardo Gomes

Madonna: “Lisboa, tens sido tão boa para mim”

Declaração de amor de Madonna a Lisboa no dia do terceiro concerto no Coliseu dos Recreios

Madonna voltou a elogiar a cidade de Lisboa. A artista norte-americana publicou uma fotografia sua com uma mensagem para a capital portuguesa: "tens sido tão boa para mim".

A publicação surge a algumas horas do regresso de Madonna ao Coliseu dos Recreios, para o seu terceiro concerto naquele espaço, parte da digressão "Madame X".

O alinhamento do espetáculo não deverá divergir muito do dos dois anteriores, não se sabendo para já se Madonna voltará a incluir 'Sodade', de Cesária Évora, que cantou com Dino D'Santiago. O concerto divide-se em quatro atos, estando 'I Rise' reservada para o encore:

Ato I
God Control
Dark Ballet
Human Nature
Express Yourself (a cappella)
Papa Don't Preach

Ato II
Madame X Manifesto (vídeo)
Vogue
I Don't Search I Find
American Life

Ato III
Coffin (vídeo)
Batuka
Can't Help Falling in Love (Elvis Presley) (a cappella)
Fado Pechincha (Isabel De Oliveira)
Killers Who Are Partying
Crazy
La Isla Bonita (c/ excertos de 'Welcome to My Fado Club')
Sodade (Cesária Évora) (c/ Dino d'Santiago)
Medellín
Extreme Occident

Ato IV
Rescue Me (dança)
Frozen
Come Alive
Future
Crave (Tracy Young Remix)
Like a Prayer

Encore
I Rise

A BLITZ esteve presente no segundo concerto da artista no Coliseu, escrevendo que «Madonna conquistou a plateia sobretudo pela forma comunicativa como se aproximou dos fãs e pela ironia com que polvilhou as suas interações, fosse no momento em que tirou uma selfie com uma Polaroid e a vendeu por mil euros, para ajudar a sua organização sem fins lucrativos Raising Malawi, a um espanhol ("anteontem um brasileiro deu-me cinco mil"), fosse a queixar-se das suas 25 lesões ("não prestem atenção ao que se passa da cintura para baixo"), fosse a falar com um médico assistente alemão que lhe ofereceu um pouco da sua cerveja quando se sentou ao seu lado numa cadeira da plateia».

«Por muito que nunca se saiba quando está a cantar de verdade ou a deixar uma "backing track" fazer o serviço (o reverb ajuda no momento de camuflar as suas fragilidades vocais), a ilusão que Madonna vende é tão pertinente em 2020 quanto era em 1985. Não há mesmo quem conheça os recantos da pop como "Madame X"», pode ainda ler-se.