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“Os Foo Fighters existiriam mesmo se o Kurt Cobain não tivesse morrido. Mas não seriam tão populares”

Afirmações desassombradas de Taylor Hawkins, que afirma que o seu papel na banda é “cumprir os desejos” de Dave Grohl

Taylor Hawkins deu uma entrevista à revista Music Week, na qual expressa a sua opinião de que os Foo Fighters existiriam enquanto banda mesmo que Kurt Cobain não tivesse morrido e, por arrasto, provocado o fim dos Nirvana.

"Acho que o Dave [Grohl] continuaria a fazer a mesma coisa", comentou. "Os Foo Fighters existiriam, mas não seriam tão populares porque ele estaria ocupado com os Nirvana. Mas ele tem que o fazer, tem de fazer discos dos Foo Fighters. É o que fazemos".

Segundo o baterista, o seu trabalho nos Foo Fighters não é mais que tocar o seu instrumento. "Faço-o segundo as regras do Mestre Grohl, e ele dá-me algum espaço, Mas sabe o que quer, as canções são dele, e ele sabe tocar bateria; sabe bem como raio a bateria deve soar".

"Pelo que o meu papel na banda é cumprir os desejos dele no que à secção rítmica diz respeito", continuou, "enquanto ele está na linha da frente, a fazer o que faz. Isso, nos Foo Fighters, chega-me. Consigo cantar um bocadinho aqui e ali, e é fabuloso".

Recorde-se que os Foo Fighters irão regressar a Portugal em 2020, para um concerto no Rock In Rio-Lisboa, no dia 21 de junho.