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Ana Baião

Até já, Charmoso. Carlos do Carmo dá esta noite o último espetáculo da sua carreira (mas não é um adeus)

Carlos do Carmo oferece este sábado, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, o último espetáculo da sua carreira de 57 anos e com sabor a missão cumprida. Um disco de originais ainda está por vir

Depois de Braga e do Porto chega a vez de Carlos do Carmo se despedir de Lisboa, quando este sábado subir pela última vez ao palco do Coliseu dos Recreios, para aquela que foi anunciada, em fevereiro, como sendo a sua derradeira atuação. Depois de vários problemas de saúde – ainda em abril fraturou a bacia –, e evitando um arrastamento pelas bocas de cena fora das melhores condições, Charles du Charme, como o alcunhou Ary dos Santos (um dos seus letristas preferidos), ou o Charmoso, despede-se assim da Lisboa que tantas vezes cantou em êxitos que ficarão guardados no cancioneiro alfacinha, sejam eles “Lisboa, Menina e Moça” ou “Um Homem na Cidade”.

A ver pelo que sucedeu no Porto, esses são temas que não faltarão num alinhamento que percorre os seus 57 anos de carreira, intercalado com imagens de arquivo projetadas em ecrã no fundo do palco. Também “Vim para o Fado”, “Gaivota”, “Canoas do Tejo”, “Os Putos” ou “Por Morrer uma Andorinha”, esta última já em final apoteótico, mas sem sistema de som, na intimidade de uma interpretação a capela, estarão presentes. Ary dos Santos ou Bernardo Sassetti, já desaparecidos mas com quem colaborou em ocasiões distintas, não serão esquecidos. “Obrigado!” tem por título este espetáculo. “Obrigado”, dizemos nós.

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