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Johnny Depp e Amber Heard

Getty Images

Ex-mulher de Johnny Depp acusa-o de esconder provas relacionadas com violência doméstica

Amber Heard e o ator já estão divorciados há dois anos, mas as complicações em tribunal continuam

Depois de terminado o processo de divórcio dos atores Johnny Depp e Amber Heard, em 2017, o eterno "Eduardo Mãos de Tesoura" levou a ex-mulher a tribunal. Recorde-se que Heard acusou Depp de violência doméstica num artigo escrito para o jornal Washington Post, mas o ator resolveu, no início deste ano, processá-la por difamação, pedindo 50 milhões de dólares (45 milhões de euros) de indemnização e defendendo que era ela a pessoa violenta da relação.

A atriz mantém as acusações e acredita conseguir sair vitoriosa do processo, mas diz que Depp não está a cooperar e está a esconder provas. Na passada quinta-feira, pediu por escrito ao juiz para exigir relatórios médicos que confirmam o facto de o ex-marido ter problemas com substâncias ilícitas e álcool, de ter sido detido e, também, a sua correspondência com os médicos que o acompanharam ao longo do tempo. O ator recusa-se a entregar esses documentos, dizendo que não são relevantes para o caso e que é uma invasão de privacidade.

Os advogados de Heard dizem, em comunicado, que o abuso de substâncias do ator é fator determinante no caso: "a senhora Heard já testemunhou que eram quase sempre as drogas e o álcool que levavam ao comportamento abusivo do senhor Depp". "É uma grande hipocrisia da parte do senhor Depp, tendo processado a senhora Heard em 50 milhões, recusar-se a apresentar provas do seu vício de drogas e álcool com base em 'invasão de privacidade' quando, ao mesmo tempo, se opõe a medidas que visam proteger a privacidade dos relatórios médicos da senhora Heard".