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Taylor Swift lamenta não ter mostrado suficiente apoio à comunidade LGBTQ+

Cantora norte-americana deu uma longa entrevista à revista Vogue

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Numa longa entrevista, que faz capa da edição mais recente da revista Vogue, Taylor Swift clarificou a sua posição quanto à comunidade LGBTQ+.

“Toda a gente que não seja homem, branco e cisgénero está a perder direitos. Só recentemente é que percebi que podia defender uma comunidade à qual não pertenço”, explica a cantora, contando que, há um ou dois anos, um amigo lhe perguntou o que é que ela faria se o seu filho fosse gay.

“Se fosse gay, era gay. Não percebo a tua pergunta”, respondeu então Taylow Swift. À Vogue, elabora: “O facto de ele me ter feito essa pergunta chocou-me e fez-me perceber que não tinha tornado a minha posição suficientemente clara”, diz, acrescentando ter ficado “arrasada” ao perceber que alguns membros da comunidade LGBTQ+ poderiam pensar como o seu amigo.

Contudo, Taylor Swift ponderou bem a sua tomada de posição. “É difícil saber como fazer isso, com o medo de cometer um erro. Porque os meus erros são muito ampliados. Quando cometo um erro, ele ecoa pelos desfiladeiros do mundo. É clickbait e é parte da história da minha vida e do arco da minha carreira”.

“Love”, o sétimo álbum de Taylor Swift, sai a 23 de agosto.