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Mapa da edição do Rock in Rio 2019 no Parque Olímpico do Rio de Janeiro

Divulgação

Rock in Rio vai abrir-se ao franchising para se internacionalizar

Está concluída a operação que fez com que a Live Nation ficasse com uma participação de 60% no Rock in Rio, que agora busca parceiros para uma internacionalização maior

É muito provável que o Rock in Rio apresente em breve edições fora do Brasil ou Portugal. Segundo declarações de Luís Justo, diretor do festival, ao "Valor Económico", uma publicação brasileira, estão a decorrer negociações com uma empresa da América Latina e outra da Europa para que sejam lançadas novas edições do Rock in Rio.

Esta é a primeira mudança estratégica desde que o Rock in Rio passou a ser detido maioritariamente pelo maior conglomerado de música ao vivo do mundo, a Live Nation. "Queremos um produtor que, além do conhecimento de patrocínio e marketing local, seja também sócio na operação, que corra o risco do negócio", disse ainda Luís Justo, explicando o processo de internacionalização que está em marcha.

A próxima edição do Rock in Rio decorre no Rio de Janeiro, nos meses de setembro e outubro. Para o efeito serão montados nove palcos no Parque Olímpico da Barra, que receberão artistas como os Red Hot Chili Peppers, Foo Fighters ou Bon Jovi. Os 700 mil bilhetes que foram colocados à venda estão já esgotados. À receita de bilheteira - e o preço dos ingressos é cerca do dobro daquele praticado em Portugal - acrescem patrocínios no valor de 140 milhões de reais, cerca de 33 milhões de euros, um valor 40% superior ao da edição de 2017. Os principais parceiros são marcas como a Heineken, Doritos ou Ipiranga, uma marca de combustíveis.