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10 canções de João Gilberto que ficam na história

Para lembrar sempre a música do músico que apresentou a bossa nova ao mundo

Em seis décadas de carreira, João Gilberto deixou um legado notável, editando dezenas de discos (entre álbum de estúdio, ao vivo e em colaboração com outros músicos) e compondo canções que entraram para a história não só da bossa nova como da música no seu todo.

Gilberto ficou conhecido não só pelas suas composições originais, mas também pelas suas versões das composições de outros artistas.

Como 'Aquarela do Brasil', samba escrito em 1939 que foi imortalizado pela Disney em "Saludos Amigos", e que obteve o tratamento bossa nova por parte do guitarrista em 1977:

Com Stan Getz, ajudou à "febre" da bossa nova nos Estados Unidos, lançando o álbum "Getz/Gilberto" em 1963, onde se inclui esta versão de 'Pra Machucar Meu Coração':

A ginga do samba nunca saiu do corpo de Gilberto - ou dos outros autores da bossa nova -, e esta versão de 'Eu QUero Um Samba', editada em 1973, espelha-o bem:

A bossa nova não é conhecida por ser uma música com uma forte componente crítica da sociedade, mas 'Pra Quê Discutir Com Madame?' é uma dessas raras exceções, tendo sido interpretada por João Gilberto no Festival de Montreux, em 1985:

Uma das grandes canções da bossa nova, 'Corcovado' ganha toda uma outra cor quando entoada por Gilberto, que a gravou em 1960:

Novamente o samba: 'Saudade Fez Um Samba', também de 1960, mostra o músico no seu lado mais dançável.

A canção que criou a bossa nova, e que a definiu, juntamente com uma tal 'Garota de Ipanema'. 'Chega de Saudade', em 1959, provocou uma revolução:

João Gilberto não tinha a melhor das vozes, mas isso não o impedia de cantar algumas das canções mais belas da história do Brasil. Até porque "no peito de um desafinado também bate um coração". De 1960:

Quem precisa do rock n' roll quando se tem a bossa nova? Foi isso que João Gilberto cantou em Montreux, em 1985:

A bossa nova era a luz, todas as cores do Rio de Janeiro expostas em canção. Mas, por vezes, duas apenas chegavam. 'Retrato em Branco e Preto' é daquelas versões que, ao escutá-las, nunca mais nos lembramos de quem as cantou originalmente. De Montreux, 1985: