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Morreu Penny Marshall, realizadora de “Big”

A actriz e também cineasta esteve ligada a um dos maiores sucessos de Tom Hanks nos anos 80

Lusa

A atriz e realizadora norte-americana Penny Marshall, de 75 anos, que dirigiu "Despertares" e "Uma Mulher dos Diabos", morreu na segunda-feira, aos 75 anos, na sequência de complicações provocadas pela diabetes, de que padecia, anunciou hoje o seu agente.

Como atriz, a carreira de Penny Marshall remonta aos anos de 1960 e a filmes como "The Savage Seven", de Richard Bush, o primeiro de 17 em que atuou, entre os quais se contam também "Alice Upside Down" (2007), de Sandy Tung, e "Um Dia de Mãe" (2016), do seu irmão Garry Marshall (1934-2016), como narradora.

Foi, porém, como realizadora que se destacou, ao dirigir filmes como "Uma Mulher dos Diabos" (1986), com Whoopi Goldberg e Stephen Collins, "Big" (1988), com Tom Hanks e Elizabeth Perkins, e "Despertares" (1990), com Robert de Niro e Robin Willians.

Em quase duas dezenas de filmes que realizou destacam-se ainda "Liga de Mulheres" (1992), com Tom Hanks, Jimmy Dugan, Geena Davis e Madonna, "Renaissance Man" (1994), com Danny de Vito, "The Preacher's Wife"/"Espírito do Desejo" (1996), com Denzel Washington e Whitney Houston, e "Os Rapazes da Minha Vida" (2001), com Drew Barrymore e Adam Garcia.

Penny Marshall foi a primeira realizadora a ter dois filmes sucessivos - "Big" e "Liga de Mulheres" - entre os principais 'blockbusters' da indústria norte-americana de cinema, ao ultrapassar os cem milhões de dólares de receita de bilheteira.

Iniciou a carreira de realizadora na televisão, com a direção de alguns episódios da série "Laverne & Shirley", que protagonizou com Cindy Williams, de 1979 a 1981, e que a tornou conhecida do público norte-americano.

Fez igualmente parte de outros elencos televisivos, tendo a sua última participação sido na série "Sam & Cat", de autoria de San Schneide, que esteve em exibição nos Estados Unidos, de 2013 até ao ano passado. Dirigiu alguns episódios da série "As Taras de Tara", protagonizada por Toni Collette.

À data da morte tinha em pós-produção o documentário "Rodman", sobre o antigo basquetebolista Dennis Rodman, da liga profissional norte-americana (NBA).