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A EDP na tradição do Woodstock português

À chegada, dois detalhes que nos dizem que estamos no sítio certo: o sotaque do Norte e o tratamento por “tu”. Chegámos ao EDP Vilar de Mouros, o festival mais antigo da Península Ibérica, que é também – garantem os locais – o que melhor recebe.

O calor de agosto convidava a um festival que vai muito além da música. É convívio, partilha de experiências e de boas energias e comunhão com a natureza, numa zona privilegiada do país.

Este ano, a EDP deu nome ao festival pelo segundo ano consecutivo, que quis ir mais além na experiência para os participantes: a zona de campismo foi melhorada, foram introduzidos mais espaços para as famílias e a zona de restauração foi aumentada. Houve também mais atividades de lazer, enquanto as guitarras ainda eram afinadas no palco principal.

“Temos a responsabilidade de criar mais valor para quem visita os festivais e para os clientes da EDP, que têm aqui a oportunidade de um contacto mais próximo com a marca. A EDP dá o nome aos festivais com os quais partilha valores, visões e objetivos. São festivais alinhados com a estratégia do grupo e, mais do que um valor de retorno, permitem à marca mostrar a sua essência”, diz Ana Sofia Vinhas, diretora de marca da EDP.

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Já lhe chamaram de Woodstock português e conseguimos perceber porquê: a programação é revivalista, no já veterano festival do Alto Minho, que este ano recebeu o não menos veterano Peter Murphy. O concerto foi memorável, dedicado aos 40 anos dos Bauhaus. Houve ainda outras bandas de culto, como os Pretenders, Human League, Incubus ou dEUS. Na categoria intemporal, os GNR de Rui Reininho também marcaram presença, bem como o cada vez mais consensual David Fonseca. A última noite do EDP Vilar de Mouros ficou marcada pelo regresso de James e pela estreia de Los Lobos em Portugal.

Aqui, o rock do festival confunde-se com a natureza da região. A música ganha outro encanto fora dos centros urbanos e em comunhão com a paisagem verde e protegida, banhada pelo rio Coura. São alguns dos motivos que levaram a EDP a apadrinhar este festival – apoiar o desenvolvimento local, protegendo e promovendo a sustentabilidade do meio ambiente, enquanto se promove a música, as boas energias e as experiências inesquecíveis.

32 mil pessoas deixaram-se contagiar por isso mesmo e, como em todos os anos, os participantes exigiram mais música e melhores experiências. A EDP quis corresponder às expectativas e, por isso, a narrativa em Vilar de Mouros foi pensada para ser criativa, apelando à imaginação dos festivaleiros. O urso da EDP e os baloiços iluminados deram azo a fotografias partilhadas por milhares de pessoas nas redes sociais. Alguns mochileiros andaram pelo recinto para (re)carregar todas as baterias.

Os valores defendidos pela EDP estão espelhados na presença nos principais palcos de música, seja nos materiais utilizados na construção dos espaços da marca, nas dinâmicas de contacto com o público. A coerência entre os valores defendidos pela marca e o que esta apresenta aos participantes são transversais a todos os festivais: inovação, humanização e sustentabilidade.

O objetivo da EDP é levar esta cultura de Norte a Sul do país, a todos os portugueses, tentando contagiá-los com boa energia. Em Vilar de Mouros, a missão foi mais do que cumprida. Até para o ano.