Perfil

Blitz

Uma parceria com o jornal EXPRESSO

Autores

David Alves

David Alves

Editor de imagem

  • Rebobinanços #12: “Animals”, dos Pink Floyd (1977)

    Notícias

    Traçaram as linhas que pautaram o psicadélico e o progressivo. Década após década, a régua e esquadro. Sempre um passo à frente do seu tempo e do tempo de todos os que lhes seguiram os passos. Bem-vindos ao futuro... em 1977, no 12º 'rebobinanço', um olhar para os álbuns que deixaram a sua marca

    David Alves

  • Rebobinanços #10: “A Love Supreme”, de John Coltrane (1965)

    Notícias

    Queria ser tão grande como os seus ídolos. Trabalhou para isso, mas também havia o génio escondido. Descobriu-o e, a partir dai, moldou-o. Não só ficou tão grande como os que idolatrava como se tornou o melhor com um saxofone tenor nas mãos. Eis John Coltrane e a sua obra-prima no décimo 'rebobinanço', um olhar sobre álbuns que deixaram a sua marca

    David Alves

  • Rebobinanços #9: “Blue Lines”, dos Massive Attack (1991)

    Notícias

    Bristol, 1988. Aqui nasceu o trip hop. Aqui nasceu um dos géneros mais singulares na história da música moderna. Mistura magistralmente de música eletrónica com hip-hop, dub, soul e reggae. A batida é lenta, atmosférica, hipnótica, áspera, viciante. É dos Massive Attack o nono 'rebobinanço', um olhar sobre álbuns que deixaram a sua marca

    David Alves

  • Rebobinanços #8: “Mão Morta”, dos Mão Morta (1988)

    Notícias

    Braga. Terra dos arcebispos. Aqui nasceu uma das mais irreverentes bandas portuguesas de sempre. Uma das mais aventureiras e desafiadoras. Sem dúvida, uma das mais geniais da nossa música. O disco de estreia dos Mão Morta no oitavo 'rebobinanço', um olhar sobre álbuns que deixaram a sua marca

    David Alves

  • Rebobinanços #7: “Yes”, dos Morphine (1995)

    Notícias

    Eram diferentes de tudo o que veio antes. Foi uma revolução musical. Mark Sandman, Dana Colley e Jerome Deupree (depois, Billy Conway) derrubaram todos os muros e convenções do seu tempo e atalharam para um som totalmente novo. Foi um salto sem paraquedas. Uma banda rara e incomparável. Os Morphine no sétimo 'rebobinanço', um olhar sobre álbuns que deixaram a sua marca

    David Alves

  • Rebobinanços #6: “Idlewild South” (1970), dos Allman Brothers

    Notícias

    Era rock de barba rija. Era rock do sul. Era contra o preconceito. Era dos tempos em que os horizontes eram largos, não havia barreiras nem fronteiras. Os Allman Brothers não conquistaram o mundo, foi o mundo a conquistá-los. Misturaram habilmente géneros que para muitos eram como água e azeite - para eles não. Os gigantes do 'southern' no sexto 'rebobinanço', um olhar sobre álbuns que deixaram a sua marca

    David Alves

  • Rebobinanços #5: “Rum Sodomy & the Lash”, dos Pogues (1985)

    Notícias

    Deixa-se um bom bocado de tragédia a marinar de véspera. Tempera-se o tabuleiro com uma pitada de Churchill. Cobre-se bem com cultura celta. Barra-se com punk q.b. e junta-se Elvis Costello, Shane MacGowan e o resto da malta. Mais um fio de má vida. Rega-se com alguma prostituição e passados mal resolvidos. Aquece-se previamente o forno com alguns fora da lei. Salpica-se com muitas noites boémias. Adicionam-se canais, pontes e outros sítios absolutamente fedorentos. Por fim, acompanha-se com cerveja, rum e muito, muito uísque. A receita do quinto 'rebobinanço', um olhar sobre álbuns que deixaram a sua marca

    David Alves

  • Rebobinanços #4: “Horses”, de Patti Smith (1975)

    Notícias

    Isto não é rock de saltos altos. Isto é rock com os pés bem assentes no chão. É duro, é cru. É a mensagem que se eleva acima de toda a estética convencional. É o não ter medo de ir mais além. Bem-vindos ao mundo de Patti Smith no quarto 'rebobinanço', um olhar sobre álbuns que deixaram a sua marca

    David Alves